Documentar o ABAP legado em português: o que o programa faz e o que ele toca.
CodAI
O legado documentado e auditado, sem parar o time.
O que é
A ordem da fila importa mais que o tamanho da lista.
CodAI lê o ABAP customizado e escreve em português o que cada programa faz. Depois audita esse código em três frentes: performance, segurança e prontidão para migrar.
A fila chega do ProcessAI já posicionada no processo, e é isso que muda o resultado. Uma ferramenta de análise de custom code sozinha devolve milhares de achados sem ordem, boa parte deles em objeto que ninguém executa há anos. Aqui a fila vem ordenada pelo peso do processo em que o objeto roda.
Para que serve
O que a ferramenta faz
Apontar problemas de performance: SELECT dentro de LOOP, ausência de índice, tabela interna sem HASHED.
Apontar problemas de segurança: AUTHORITY-CHECK ausente, SQL dinâmico injetável, credencial escrita no código.
Avaliar prontidão para migrar: objeto simplificado, tabela que deixou de existir, uso de API não liberada.
Priorizar a remediação por impacto contra esforço.
Receber do ProcessAI a lista de Z e Y já posicionada e analisar o que roda, não o que está parado no repositório.
Amostra real de diagnóstico · nomes de usuário mascarados · 21 dias de log
O que resolve
Hoje e depois
Hoje é assim
A ferramenta de análise devolve milhares de achados numa planilha. O time olha, não sabe por onde começar, e a planilha morre.
Com a ferramenta
Os achados chegam ordenados pelo peso do processo em que o objeto roda. O primeiro item da fila é o que segura mais volume.
Hoje é assim
O assessment de migração lista o repositório inteiro, incluindo objeto que ninguém executa há anos.
Com a ferramenta
A fila vem do log do período. Objeto que não apareceu não entra na remediação, e o relatório diz que ele ficou de fora por isso.
Hoje é assim
Documentar o legado é projeto próprio, que ninguém aprova porque não tem entregável visível.
Com a ferramenta
A documentação sai como subproduto da análise, no mesmo passo em que os achados são levantados.
Exemplos de relatório
Onde a customização entra no fluxo
Cada customização com o número de execuções, os usuários e a posição observada no fluxo: o que roda antes dela e o que roda depois.
Hipóteses, e o que as sustenta
Para cada customização, a transação padrão que talvez a substitua, o grau de confiança da hipótese e a pergunta a fazer ao time funcional.
Assessment de prontidão para migração
Objeto simplificado, tabela que deixou de existir, campo com domínio alterado e uso de API não liberada.
Backlog de remediação priorizado
A fila de correção ordenada por impacto contra esforço, com o processo em que cada objeto roda.
Posição, não código. A análise enxerga volume, usuários e onde a customização entra no fluxo, mas não abre o ABAP dela. Por isso toda substituição sai como hipótese, com a pergunta que a confirma junto. Nenhuma delas vira decisão sem passar pelo time funcional.
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Como se usa
Dentro de casa e na sua oferta.
Uso interno
O que muda na sua operação
- Migração começando pelo custom que sustenta mais volume.
- Legado documentado sem abrir projeto próprio de documentação.
- Dívida técnica com número, para negociar prazo com o cliente sem achismo.
Revenda
O que você fatura com isso
- Assessment de custom code como pré-venda de projeto de migração.
- Remediação vendida por lote, na ordem que o próprio backlog já definiu.
- Revisão de segurança do código customizado como entrega separada.
Próximo passo
Traga um extrato. A gente devolve o mapa.
Sem instalar nada no ambiente do seu cliente.
PropostAI
O achado priorizado vira proposta técnica com esforço e custo, no mesmo dia.
Ver a solução