O que o seu SAP faz de verdade
A capa: o recorte do diagnóstico e o que ele cobre.
Biblioteca
Treze páginas de um diagnóstico real estão aqui para abrir e ler. O resto da lista é entrega do serviço que ainda não tem amostra publicável, e isso está marcado em cada cartão em vez de virar miniatura genérica.
As páginas que valem para qualquer uma das cinco soluções.
A capa: o recorte do diagnóstico e o que ele cobre.
O que se pergunta sobre o processo e o que se pergunta sobre o risco, lado a lado.
1,5 milhão de eventos, 389 usuários e 3 semanas de log, com o que foi preciso para extrair.
A página que declara o limite: o que ficou sem conclusão, o que é posição e não código, e o que precisa de confirmação humana.
O que o time de Basis precisa rodar, e por que nada disso entra em produção.
O processo lido pelo que o log registrou.
Todos os macroprocessos numa tabela só, com cobertura da cadeia, customização e riscos de segregação.
Um macroprocesso aberto: execuções, proporção em customização, etapas com uso e riscos.
Etapa por etapa do ciclo, com a contagem de execuções em cada uma.
Cada oportunidade com impacto e esforço declarados, para priorizar sem discussão.
O fluxo desenhado a partir da sequência real de execução, com transação e volume em cada caixa.
Quem executou cada etapa. Só a coluna R é preenchida, porque só ela é observável no log.
Quem faz e aprova sozinho, com o caminho que levou até ali.
Os riscos de segregação do processo, com a contagem de usuários exposta em cada um.
Os achados classificados por severidade, com o número de usuários em cada conflito.
A matriz completa por par de funções conflitantes, com severidade e agrupamento por framework.
Perfil de uso contra tipo de licença: quem nunca acessou, quem parou e quem está mal classificado.
Quem acessou o quê, quando e quantas vezes, no período extraído.
Origem do dado, filtro aplicado, versão da matriz de regras e o que ficou sem conclusão.
O custom auditado na ordem em que ele pesa.
Cada customização com execuções, usuários e a posição observada: o que roda antes e o que roda depois.
A transação padrão que talvez substitua cada customização, com grau de confiança e a pergunta a fazer.
Objeto simplificado, tabela que deixou de existir e uso de API não liberada.
A fila de correção por impacto contra esforço, com o processo em que cada objeto roda.
A necessidade virando proposta técnica no mesmo dia.
O pedido do cliente traduzido em requisito, com o que está dentro e o que está fora do escopo.
Esforço e custo por item, com a premissa que sustenta cada linha ao lado dela.
O documento fechado para mandar ao cliente, com escopo, prazo, premissa e risco.
Triagem com critério declarado antes.
A ordem dos candidatos com o critério que levou cada um àquela posição.
O que foi combinado antes da triagem começar, assinado por quem abriu a vaga.
Número vem do dado, leitura vem da análise, e os dois nunca aparecem misturados.
Amostra real de diagnóstico · nomes de usuário mascarados · 21 dias de log