Ler a documentação que já existe e extrair dela o processo declarado.
ProcessAI
O processo real, lido pelo que o sistema registrou. Não pelo que o manual diz.
O que é
Do log para o desenho. Não do manual para o desenho.
ProcessAI lê o log de auditoria do SAP e reconstrói o processo pela sequência em que as transações foram executadas de fato. Antes disso lê a documentação que o cliente já tem, os fluxos, os POPs, as atas e as planilhas. E entrevista quem executa, para perguntar o que ficou faltando.
O que sai é um fluxo desenhado etapa por etapa, em que cada caixa aponta a transação, o volume de execuções e quem executou. Onde a etapa esperada não aparece no log, isso é dito. Onde entra customização, ela fica posicionada no ponto do fluxo em que roda.
Para que serve
O que a ferramenta faz
Entrevistar quem executa e perguntar o que o documento não respondeu.
Desenhar o fluxo caixinha a caixinha pela sequência real de execução.
Marcar cada etapa com transação, volume de execuções e responsável observado.
Posicionar cada Z e Y no ponto do fluxo em que ele roda.
Apontar retrabalho, caminho manual e etapa esperada que não aparece no log.
Amostra real de diagnóstico · nomes de usuário mascarados · 21 dias de log
O que resolve
Hoje e depois
Hoje é assim
Levantamento de processo toma semanas de sala de guerra, ocupa o time do cliente e envelhece na gaveta assim que o processo muda.
Com a ferramenta
O desenho sai do log do período. O time do cliente entra para confirmar o que foi lido, não para reconstruir de memória.
Hoje é assim
O mapa descreve o processo que deveria acontecer. Ninguém sabe quanto do volume real passa por fora dele.
Com a ferramenta
24,3% das execuções passam por Z e Y, e o relatório mostra em que etapa cada um entra.
Hoje é assim
A etapa que ninguém executa continua no desenho, porque o desenho veio do manual.
Com a ferramenta
Etapa esperada sem execução no período aparece como lacuna declarada. O cadastro de cliente apareceu com 3 execuções e quatro transações padrão sem uso nenhum.
Exemplos de relatório
A radiografia do ambiente, em uma página
Todos os macroprocessos numa tabela só: indicadores, cobertura da cadeia, proporção que passa por customização e riscos de segregação em cada um.
Um processo em profundidade
Um macroprocesso aberto: execuções de transação, proporção em customização, etapas da cadeia com uso e riscos de segregação.
Cobertura da cadeia de valor
Etapa por etapa do ciclo, com a contagem de execuções registrada em cada uma.
RACI de execução observada
Quem executou cada etapa. Só a coluna R é preenchida, porque só ela é observável no log: A, C e I ficam em branco de propósito, como pauta de workshop.
O registro mostra o que foi executado, não o que era autorizado: transação sem uso no período não significa transação sem permissão, significa que ninguém a usou. E a janela é a janela, então um processo que roda no fechamento mensal pode não aparecer numa extração de três semanas. Onde falta dado, o relatório diz que falta em vez de preencher com média.
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Como se usa
Dentro de casa e na sua oferta.
Uso interno
O que muda na sua operação
- Escopo fechado de projeto a partir do processo que roda, em vez de escopo por estimativa.
- Consultor novo entra lendo o fluxo desenhado, sem consumir a agenda do sênior.
- Migração começando com o custom já posicionado no processo.
Revenda
O que você fatura com isso
- Mapeamento de processos como entrega curta e fechada, com artefato na mão do cliente.
- Diagnóstico de entrada que abre a conversa de redesenho de processo.
- Base de escopo para o projeto grande que vem depois, negociado com número em vez de suposição.
Próximo passo
Traga um extrato. A gente devolve o mapa.
Sem instalar nada no ambiente do seu cliente.
SoD
Os conflitos de segregação que o mesmo log revela, por par de funções e com o caminho que levou até ali.
Ver a solução